Nem me reconheço.
Depois de um longo interregno, voltei ao ginásio.
Ontem fiz uma aula de localizada e, hoje, sinto tantas dores musculares que quase não consigo "localizar" onde tenho as pernas e os braços e as nádegas e a barriga...
Não satisfeita, ao fim do dia, decidi ir correr com uma amiga.
Sou completamente doida.
Estou para ver quanto tempo aguento esta pedalada :)
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Novas leituras
Acabei, ontem, o "Hipnotista". Para não variar, a leitura foi compulsiva. Devorei-o.
Hoje vou começar outro. Chama-se "O Amor e o Poder" de Colleen McCullough.

Apaixonei-me pelo estilo desta escritora quando li "Pássaros Feridos"

A expectativa é enorme, pois além de gostar da forma como escreve, o enredo tem tudo a ver comigo e com a minha formação académica...
Amor. Guerra. Intriga. Traição.
O primeiro volume da mais célebre saga da Roma Antiga alguma vez escrita!
É dia de Ano Novo de 110 a.C. e assiste-se à tomada de posse dos novos cônsules, ineptos representantes da aristocracia. Mas no meio da multidão encontram-se dois homens cuja coragem e poder de visão irão mudar por completo a República Romana, que se debate com problemas como a expansão territorial e o ressentimento crescente dos não-cidadãos.
Um destes homens é Mário, impossibilitado pelas suas origens humildes de tornar-se o Primeiro Homem de Roma, aquele que, pela sua excelência, se eleva acima dos seus semelhantes. O outro é Sila, um belo e depravado membro da aristocracia, a quem a penúria impede de subir a Via da Honra, direito que lhe pertence devido às suas origens. Juntos pela guerra em terras distantes, combatem os seus inimigos romanos e os inimigos de Roma, pois ser o Primeiro Homem de Roma implica a mestria tanto política como militar.
«Um assombroso épico histórico. A simbiose perfeita entre pesquisa histórica e o ritmo possante da marcha de uma legião romana.»
Kirkus Reviews
Hoje vou começar outro. Chama-se "O Amor e o Poder" de Colleen McCullough.

Apaixonei-me pelo estilo desta escritora quando li "Pássaros Feridos"

A expectativa é enorme, pois além de gostar da forma como escreve, o enredo tem tudo a ver comigo e com a minha formação académica...
Amor. Guerra. Intriga. Traição.
O primeiro volume da mais célebre saga da Roma Antiga alguma vez escrita!
É dia de Ano Novo de 110 a.C. e assiste-se à tomada de posse dos novos cônsules, ineptos representantes da aristocracia. Mas no meio da multidão encontram-se dois homens cuja coragem e poder de visão irão mudar por completo a República Romana, que se debate com problemas como a expansão territorial e o ressentimento crescente dos não-cidadãos.
Um destes homens é Mário, impossibilitado pelas suas origens humildes de tornar-se o Primeiro Homem de Roma, aquele que, pela sua excelência, se eleva acima dos seus semelhantes. O outro é Sila, um belo e depravado membro da aristocracia, a quem a penúria impede de subir a Via da Honra, direito que lhe pertence devido às suas origens. Juntos pela guerra em terras distantes, combatem os seus inimigos romanos e os inimigos de Roma, pois ser o Primeiro Homem de Roma implica a mestria tanto política como militar.
«Um assombroso épico histórico. A simbiose perfeita entre pesquisa histórica e o ritmo possante da marcha de uma legião romana.»
Kirkus Reviews
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Há imenso tempo que não escrevo um...
Quase um Poema de Amor
Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza!
A nossa natureza
Lusitana
Tem essa humana
Graça
Feiticeira
De tornar de cristal
A mais sentimental
E baça
Bebedeira.
Mas ou seja que vou envelhecendo
E ninguém me deseje apaixonado,
Ou que a antiga paixão
Me mantenha calado
O coração
Num íntimo pudor,
— Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
Miguel Torga, in 'Diário V'
Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza!
A nossa natureza
Lusitana
Tem essa humana
Graça
Feiticeira
De tornar de cristal
A mais sentimental
E baça
Bebedeira.
Mas ou seja que vou envelhecendo
E ninguém me deseje apaixonado,
Ou que a antiga paixão
Me mantenha calado
O coração
Num íntimo pudor,
— Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
Miguel Torga, in 'Diário V'
domingo, 7 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Leituras...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Acabadinha de chegar de Chaves...
Ohhhhhh!Acabou-se o fim-de-semana :(
No sábado fomos para Chaves, almoço de família e depois "feirar". À noite... Casino. E desta vez com as miúdas :) Ficaram fascinadas com as luzinhas do tecto, com a música ao vivo, com o palco e com o espectáculo ( ao contrário do habitual desta vez não foi um musical, mas sim uma peça alusiva à época).
Domingo e segunda, boa companhia, bons queijos, bom vinho... ( tenho mesmo que regressar ao ginásio). Muitas barraquinhas, muitas farturas e muitos carrocéis ( a fazer recordar a minha infância : mais uma volta, mais uma viagem...).
E pronto...amanhã regressa a rotina :(
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